Saúde Brasil 2020/2021: Anomalias congênitas prioritárias para a vigilância ao nascimento

Primeira edição do livro Saúde Brasil: anomalias congênitas prioritárias para a vigilância ao nascimento, elaborado pela Coordenação-Geral de Informações e Análises Epidemiológicas (Cgiae), do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis (DASNT), da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e o Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA), e que também contou com a participação de um grupo de especialistas na temática. 

As anomalias congênitas representam um grupo de alterações estruturais ou funcionais que ocorrem durante a vida intrauterina e são importantes causas de doenças crônicas, deficiências, bem como de mortalidade fetal, em recém-nascidos e em crianças. No mundo, estima-se que entre 2% e 3% de todos os recém-nascidos apresentam algum tipo de anomalia congênita. 

No Brasil, as anomalias congênitas representam a segunda principal causa de morte em crianças com menos de 5 anos. Porém, muitas anomalias são passíveis de intervenção médica, aumentando a sobrevida, diminuindo a morbidade e melhorando a qualidade de vida dos indivíduos afetados.

É também possível prevenir o surgimento de novos casos com a adoção de medidas como vacinação, ingestão adequada de ácido fólico e de vitamina B12, controle e tratamento de doenças maternas, entre outras.

A temática das anomalias ganhou destaque dentro e fora do Brasil a partir de 2015, quando foi registrada no País uma epidemia de microcefalia (um tipo de anomalia caracterizado pela redução do perímetro cefálico) e outros achados clínicos associados à infecção intrauterina pelo vírus Zika. Na ocasião, o Ministério da Saúde desenvolveu uma série de ações no âmbito da vigilância e atenção à saúde das crianças com esta nova entidade patológica, que passou a ser conhecida como síndrome congênita associada à infecção pelo vírus Zika (SCZ). Em 2017, com o encerramento  oficial do período epidêmico da SCZ no País, identificou-se a necessidade de expandir a estratégia da vigilância, passando a incluir as demais anomalias, independentemente da causa, possibilitando assim a identificação desses agravos em tempo oportuno para intervenções que visem à melhora da qualidade de vida dos indivíduos afetados e possam nortear políticas de atenção à saúde. Assim, desde 2019, a SVS conta com uma área técnica dedicada à estruturação e à implantação da vigilância ativa de anomalias congênitas no Brasil.

O principal objetivo deste livro é fornecer informações teóricas, epidemiológicas e práticas sobre as anomalias congênitas no Brasil, de modo a fortalecer o registro delas no Sistema de Informações Sobre Nascidos Vivos (Sinasc) e possibilitar a qualificação das políticas de saúde. 

Acesse aqui.

Febrasgo recomenda que gestantes recebam dose de reforço de vacina contra a Covid-19

Em novo comunicado, a @febrasgooficial recomenda que gestantes recebam dose de reforço de vacina contra a Covid-19.

A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia recomenda que a imunização de reforço ocorra, pelo menos, seis meses após o recebimento da segunda dose. Atenta ainda para que a dose de reforço seja ministrada por meio das vacinas aprovadas para mulheres grávidas e em puerpério, preferencialmente a da Pfizer/BioNTech. Produzida a partir de mRNA, esta vacina foi bastante aplicada em gestantes e não apresentou intercorrências. Caso não esteja disponível, a vacina Coronavac/Butantan, gerada por meio de vírus inativado, também é permitida para aplicação neste grupo.

 

Confira o conteúdo completo no link: www.febrasgo.org.br/pt/covid19/item/1327-febrasgo-recomenda-que-gestantes-recebam-dose-de-reforco-de-vacina-contra-a-covid-19 .

Nota Técnica Nº 21/2021-DAPES/SAPS/MS - Recomendações referente a inserção do Dispositivo Intrauterino e Contraceptivo (DIU) por enfermeiros

Ministério da Saúde
Secretaria de Atenção Primária à Saúde
Departamento de Ações Programáticas Estratégicas
NOTA TÉCNICA Nº 21/2021-DAPES/SAPS/MS

ASSUNTO
1.1.
Diante dos princípios que regem o Sistema Único de Saúde - SUS, o Departamento de Ações Programáticas Estratégicas da Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde - DAPES/SAPS/MS, baseado nos princípios que regem o SUS, dispostos na Lei nº 8080/1999 e no princípio constitucional da Legalidade, tece as seguintes considerações e recomendações referente a inserção do Dispositivo Intrauterino e Contraceptivo (DIU) por enfermeiros.

Leia a nota da íntegra, clique aqui.

Semana Mundial do Aleitamento Materno

O Agosto Dourado é um mês inteiro dedicado à promoção do aleitamento materno, considerado alimento de ouro pela Organização Mundial de Saúde (OMS). No domingo, 1º de agosto, foi celebrado o Dia Mundial da Amamentação, que deu início à Semana Mundial de Aleitamento Materno 2021 (SMAM), ou World Breastfeeding Week 2021 (WBW 2021).

Com o tema "Proteja a amamentação: uma responsabilidade compartilhada", a campanha deste ano exalta que a amamentação deve ser compreendida como uma responsabilidade compartilhada, já que a rede de apoio é essencial para o #aleitamentomaterno. ⠀

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), por ano, cerca de seis milhões de vidas são salvas por causa do aumento das taxas de amamentação exclusiva até o sexto mês de idade.

Para incentivar o aleitamento materno, compartilhamos registros especiais de nossas ginecologistas durante a amamentação.

Nota técnica 6/2021: Orientações referentes a intercambialidade das vacinas COVID-19

Ministério da Saúde
Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à COVID-19
Gabinete

NOTA TÉCNICA Nº 6/2021-SECOVID/GAB/SECOVID/MS
ASSUNTO: Orientações referentes a intercambialidade das vacinas COVID-19

ANÁLISE

De maneira geral as vacinas COVID-19 não são intercambiáveis, ou seja, indivíduos que iniciaram a vacinação contra a covid-19 deverão completar o esquema com a mesma vacina. Esta recomendação se dá fundamentalmente considerando que ainda não existem estudos de eficácia/efetividade e segurança em larga escala de esquemas com vacinas de fabricantes diferentes. No entanto, considerando que todas vacinas covid-19 objetivam a indução de resposta imune contra o mesmo antígeno, a proteína Spike (proteína S) do vírus SARS-CoV-2, é esperado que uma segunda dose de outra vacina seja capaz de induzir uma amplificação da resposta imune, sendo que a intercambialidade de vacinas está fundamentada nos princípios básicos da imunologia e já é descrita com outras vacinas. Com base neste conceito, alguns países adotaram a possibilidade de esquemas de intercambialidade de vacinas para situações específicas, como Alemanha, França, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Noruega (1)...

Acesse a nota técnica completa clicando aqui.

Inscrições abertas para o TEGO 2021

Estão abertas as inscrições para o TEGO 2021. Este ano a prova será on-line e tem data marcada para 17 de Outubro.

Acesse o edital e faça sua inscrição.

Acesse: http://bit.ly/3x45C0D

 

Protocolos de Prática ISUOG: diagnóstico e conduta do feto pequeno para a idade gestacional e com restrição do crescimento fetal

ISUOG Virtual World Congress 

ON ULTRASOUND IN OBSTETRICS AND GYNECOLOGY (16 - 18 OCTOBER 2020) 

GUIDELINES

Protocolos de Prática ISUOG: diagnóstico e conduta do feto pequeno para a idade gestacional e com restrição do crescimento fetal 

Leia o protocolo na íntegra. Clique aqui para download do arquivo em formato PDF

Comunicado SOGISC: Esclarecimento sobre a obrigatoriedade da Declaração Médica para a vacinação da Covid-19 em gestantes e puérperas sem comorbidades

Considerando a Nota Técnica Nº 029 GEDIM/DIVE/SUV/SES que determina a obrigatoriedade da declaração médica que ateste a condição de saúde, além de declaração de nascido vivo ou certidão de nascimento para a vacinação contra a Covid-19 em gestantes e puérperas sem comorbidades, a Associação de Obstetrícia e Ginecologia de Santa Catarina (SOGISC) encaminhou ofício à Secretaria de Saúde de Santa Catarina solicitando a suspensão da necessidade do documento médico.

Comunicamos aos associados que através do Ofício Nº 2404/2021 da Secretaria de Estado da Saúde e Informativo Nº 0158/2021 da Superintendência de Vigilância em Saúde recebemos a justificativa que a solicitação do relatório médico no ato da vacinação foi pautado na bula dos imunológicos.

As vacinas sugeridas para serem utilizadas neste grupo (Sinovac/Butantan e Pfizer/Comirnaty) são da categoria B. Os estudos em animais não demonstraram risco fetal, mas também não há estudos controlados em mulheres grávidas; ou então, os estudos em animais revelaram riscos, mas que não foram confirmados em estudos em mulheres grávidas, conforme Resolução RDC Nº 60, de 17.12.2010.

Portanto, conforme esclarecimentos da Secretaria Estadual de Saúde mantém-se a obrigatoriedade de relatório médico para a vacinação contra a Covid-19 em gestantes e puérperas sem comorbidades.

Mediante decisão, a SOGISC acata e ressalta a necessidade de seguir os protocolos oficiais para a vacinação e reitera a importância da recomendação da imunização para todas as gestantes e puérperas (e lactantes) com e sem comorbidades, respeitando a decisão e a autonomia da mulher.


Florianópolis, 02 de julho de 2021.


Dra. Jussimara Souza Steglich
Presidente SOGISC

Nota Técnica Nº 029 GEDIM/DIVE/SUV/SES: Orienta as Secretarias Municipais de Saúde sobre a vacinação contra a COVID- 19 em SC

GOVERNO DE SANTA CATARINA
Secretaria de Estado da Saúde
Sistema Único de Saúde
Superintendência de Vigilância em Saúde
Diretoria de Vigilância Epidemiológica

Nota Técnica Nº 029 GEDIM/DIVE/SUV/SES
Assunto: Orienta as Secretarias Municipais de Saúde sobre a vacinação contra a COVID-19 em Santa Catarina.

Conforme o Vigésimo Terceiro Informe Técnico (25ª Pauta de Distribuição), o estado de Santa Catarina recebeu, no dia 18/06/2021, 85.410 doses do laboratório Pfizer/Comirnatye 68.400 doses do laboratório Sinovac/Butantan.

Leia a nota técnica na íntegra, clique aqui