Campanha Nascimento Seguro

Uma inciativa da Sociedade Catarinense de Pediatria, Sociedade de Obstetrícia e Ginecologia de Santa Catarina, Associação Catarinense de Medicina, Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina e do Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina para conscientizar as gestantes, as famílias e a sociedade sobre a importância da segurança e da assistência ao bebê no momento do nascimento.

Assista o vídeo, clique aqui

Coronavírus e Gravidez

Gestantes devem ficar preocupadas?

Sim. Porém, de modo geral, as grávidas que vivem hoje no Brasil, que não pretendem viajar para as áreas onde o número de casos está grande e aumentando, que não tenham contato direto com pessoas recentemente chegadas de essas regiões, não devem se preocupar mais do que devem ficar atentas contra a gripe.

Durante a gravidez, partes do sistema imunológico ficam deprimidas, o que torna as gestantes mais susceptíveis às complicações de vários agentes infecciosos como gripe e varicela.

As mulheres grávidas, por exemplo, têm quase 3,5 vezes mais chances de acabarem no hospital devido à gripe, do que as mulheres não grávidas, de acordo com estudo de Namrata Prasad e cols.1
Assim, faz todo o sentido que uma mulher grávida esteja em maior risco de complicações por Coronavírus do que uma mulher não gestante. Todavia, pelo menos por enquanto, no Brasil,como em outros países como Estados Unidos, o risco é muito pequeno.2

Por outro lado, cabe sempre ficar atento às situações que podem surgir a qualquer momento.
E, óbvio, cabe ao médico assistente trabalhar em parcerias com colegas de outras especialidades e coletar materiais para diagnóstico das possíveis etiologias. Isso envolve exames por técnicas de biologia molecular. Neste sentido, conversar com profissionais dos laboratórios de análises clínicas que atendem os seus pacientes, previamente, é a rotina mais básica. Pois, ter os frascos para a coleta à disposição e conhecer as rotinas de pedido de exames, acondicionamento e remessa, por exemplo, podem fazer grande diferença para mais efetividade nos diagnósticos de doenças infecciosas.

Nunca é demais frisar, que os diferentes agentes infectocontagiosos possuem diferentes características/poderes de transmissibilidade.

O exemplo do relato de caso de Asim Malik e cols. com gestante de 32 semanas atendida em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, em 2013, mostra a importância do que citamos anteriormente.

No caso em questão, no primeiro atendimento de gestante com febre e dores nas costas de quatro dias de duração, a hipótese diagnóstica inicial foi infecção do trato urinário. Três dias depois, esta retornou ao atendimento médico com tosse e falta de ar, internada com suspeita de pneumonia adquirida na comunidade.

As amostras de aspirado nasofaríngeo foram testadas para o vírus influenza A (H1N1) pdm09 e MERS-CoV por PCR de transcrição reversa em tempo real, e vários outros testes laboratoriais e de cultura foram conduzidos. A maioria produziu resultados negativos. Mas, três dias depois da internação (seis dias do primeiro atendimento), o laboratório regional relatou que os resultados de PCR para transcrição reversa em tempo real do MERS-CoV eram positivos. Os testes de laboratório foram realizados por ensaio qualitativo, usando o novo CoV humano de 2012 (coronavírus humano – Erasmus Medical Center). Este ensaio contém reagentes e enzimas para amplificação específica da região a montante do gene do envelope no genoma do CoV.3 A paciente gestante evoluiu com choque séptico e óbito em uma semana.

A pneumonia por MERS-CoV se desenvolveu no marido da paciente, mas este não tinha outra condição debilitante e evoluiu para cura após uso de medicamentos próprios para a infecção.

O marido informou, posteriormente, que ele e a esposa haviam visitado uma fazenda de gado (cabras, ovelhas e camelos) 10 dias antes de ficarem doentes, mas não consumiram carne ou leite de camelo. Além disso, uma tosse leve sem febre ou outros sintomas se desenvolveu no filho de 8 anos do paciente; O teste MERS-CoV PCR do aspirado nasofaríngeo do menino foi positivo. Ele se recuperou sem intercorrências, sem intervenção. O irmão mais novo e o recém nascido permaneceram assintomáticos e apresentaram resultado negativo para MERS-CoV.3

Os autores de esse relato de caso concluíram que as mulheres grávidas que procuram atendimento médico para pneumonia, doença semelhante à gripe ou sepse na Península Arábica podem se beneficiar da triagem do MERS-CoV para garantir diagnóstico e tratamento precoces desta doença às vezes fatal. A resposta imunológica e quimiocina à infecção, precisa ser examinada de perto para ajudar a definir o potencial papel terapêutico dos agentes antiinflamatórios nessa doença.

A infecção por MERS-CoV e a gravidez foram uma combinação fatal neste caso. A morte ocorreu, apesar do tratamento com um regime combinado de ribavirina e interferon e apesar da eliminação do derramamento de vírus e evidência radiográfica de melhora na morte. Portanto, esse regime precisa ser mais estudado em pacientes grávidas com infecção por MERS-CoV.

Em outra publicação, Abdullah Assiri e colaboradores relataram cinco casos, na Arábia Saudita.4
Na introdução, os autores citaram publicações anteriores de mulheres grávidas infectadas com MERS-CoV, incluindo relatos de um natimorto na Jordânia5, uma morte materna nos Emirados Árabes Unidos3 e uma doença materna grave com a sobrevivência da mãe e do bebê, na Arábia Saudita6.

Os autores descreveram que, entre 1308 casos relatados de MERS-CoV, cinco foram documentados pelo Ministério da Saúde da Arábia Saudita como tendo ocorrido em mulheres grávidas. Três casos foram da cidade de Riyadh e os outros dois foram das cidades de Makkah e Unayzah (região de Qasim). A idade das pacientes variou de 27 a 34 anos, todas as gestações ocorreram no segundo ou terceiro trimestre e duas pacientes/gestantes eram profissionais de saúde. Dois dos cinco pacientes (40%) morreram durante a doença. Entre as cinco gestações, duas (40%) resultaram em morte perinatal: uma gravidez resultou em morte fetal intrauterina e um bebê morreu 4 horas após o parto cesáreo de emergência.4

Atualmente, é o novo Coronavívrus(2019-nCoV) que está causando um grande número de casos de infecções respiratórias, inclusive com mortes, especialmente na China, mas já com casos relatados em Taiwan, Japão, Correia do Sul, Tailândia, Malásia, Cingapura, Arábia Saudita, Austrália, França, Canadá, Estados Unidos, com grande potencial de se tornar uma pandemia.

Até agora, 27 de janeiro de 2020, não recuperamos publicações em periódicos científicos de relato de doença por 2019-nCoV em gestantes. Todavia, havendo evolução da epidemia, logo casos envolvendo mulheres grávidas aparecerão. 

Assim, vale ficarmos todos atentos para diagnosticar tais casos, o mais rápido possível, e iniciar a terapêutica correta com os apropriados métodos de controle de disseminação da infecção. E lembrar que, as pessoas que vivem com algum tipo de imunossupressão como: transplantadas, pessoas em quimioterapia, pessoas que vivem com HIV e gestantes devem receber mais do que nunca, a melhor e a mais rápida atenção médico-sanitária. Pois, como já dissemos, nestas populações os desfechos são, em geral, mais severos e graves, incluindo mortes.


Referências


1- Namrata Prasad, Q Sue Huang, Tim Wood, Nayyereh Aminisani, Colin McArthur, Michael G Baker, Ruth Seeds, Mark G Thompson, Marc-Alain Widdowson, E Claire Newbern. InfluenzaAssociated Outcomes Among Pregnant, Postpartum, and Nonpregnant Women of Reproductive Age. The Journal of Infectious Diseases, Volume 219, Issue 12, 15 June 2019, Pages 1893–1903.
Disponível em: https://academic.oup.com/jid/advance-articleabstract/doi/10.1093/infdis/jiz035/5299596?redirectedFrom=fulltext

2- Hallie Levine. What Parents Need to Know About Coronavirus. Parenting. Jan. 24, 2020. Disponível em: https://parenting.nytimes.com/childrens-health/coronavívrus-childrenpregnant-women

3- Asim Malik , Karim Medhat El Masry , Mini Ravi e Falak Sayed. Middle East Respiratory Syndrome Coronavirus during Pregnancy, Abu Dhabi, United Arab Emirates, 2013. Emerg Infect Dis 2016 mar; 22 (3): 515-517. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4766880/

4- Abdullah Assiri, Glen R. Abedi, Malak Al Masri, Abdulaziz Bin Saeed, Susan I. Gerber, John T. Watson. Middle East Respiratory Syndrome Coronavirus Infection During Pregnancy: A Report of 5 Cases From Saudi Arabia. Clinical Infectious Diseases, Volume 63, Issue 7, 1 October 2016, Pages 951–953. Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/63/7/951/2196987

5- Payne DC, Iblan I, Alqasrawi S et al. Stillbirth during infection with Middle East respiratory syndrome coronavívrus. J Infect Dis 2014; 209:1870–2. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24474813

6- Alserehi H, Wali G, Alshukairi A, Alraddadi B. Impact of Middle East respiratory syndrome coronavivrus (MERS-CoV) on pregnancy and perinatal outcome. BMC Infect Dis 2016; 16:105.
Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26936356


Mauro Romero Leal Passos, médico, professor titular, Universidade Federal Fluminense, presidente da Comissão de Ginecologia da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ).


Renato Augusto Moreira de Sá, médico, professor associado, Universidade Federal Fluminense, presidente da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ)

Guia de Orientações aos Serviços de Saúde - Sarampo

Orientações aos serviços de saúde de Santa Catarina para prevenção e mitigação dos agravos de sarampo

Acesse aqui.

Nota de Repúdio: Ato de violência contra um médico residente do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen

 

 

A Sociedade de Obstetrícia e Ginecologia de Santa Catarina – SOGISC vem por meio desta nota, manifestar total repúdio pelo ato de violência ocorrido ontem contra um médico residente de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí. O médico foi agredido por um acompanhante durante atendimento na sala de admissão do Centro Obstétrico.

As agressões aos médicos que estão na linha de frente das emergências são cada vez mais comuns diante da crise que a saúde pública vem enfrentando e das campanhas depreciativas à classe médica.

É inadmissível que um profissional de saúde sofra qualquer agressão, seja física ou verbal, no exercício de seu ofício.

Manifestamos também nosso apoio ao colega para que não desanime e mantenha-se firme na profissão que escolheu.


Diretoria da SOGISC

Aulas do XIX Congresso Sul-brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia e da IV Jornada Sul-brasileira de Mastologia

Foram disponibilizados os slides das aulas ministradas no Congresso. Para acessá-las clique aqui.

Slides do XIX Congresso Sul-Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia

 

Estão disponíveis os slides do XIX Congresso Sul-Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia e da IV Jornada Sul-Brasileira de Mastologia. 

Para efetuar o download, basta clicar nos links abaixo:

  - Dia 31/05/2018

Sala 01 (Sambaqui) - OBSTETRÍCIA
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MESA REDONDA 1: "LARCs - Características e perspectivas de uso para as mulheres brasileiras"
- Acetato de Medroxiprogesterona de depósito
- Sistema intrauterino com LNG
- Implante de etonogestrel
MESA REDONDA 5: "A mulher menopausada"
- Quais as principais indicações das diferentes vias de administração da terapia hormonal?
- Androgênios na terapia hormonal, quando indicar?
- Aplicabilidade do laser
MESA REDONDA 9: "Síndrome dos ovários policísticos - atualização"
- Critérios diagnósticos
- Como tratar a mulher sem desejo de gravidez
- Como tratar a mulher que deseja engravidar
CONFERÊNCIA 1: "Seguro médico"
MESA REDONDA 12: "UP Date em incontinência urinária"
- Laser no tratamento de incontinência urinária de esforço
- Estudo urodinâmico antes do sling: é realmente necessário?
- Mini-slings: ainda há espaço para sua indicação?
CONFERÊNCIA MAGNA
 Sala 02 (Arvoredo) - GINECOLOGIA
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MESA REDONDA 2: "Infecções em ginecologia"
- Gonorréia
- Candidíase de repetição
- Clamídia: quando rastrear?
MESA REDONDA 6: "Oncologia"
- Manejo das massas anexiais suspeitas
- Cirurgia com preservação nervosa (nerv sparing)
- Avanços no tratamento do câncer de endométrio
MESA REDONDA Mastologia: "Exames de Imagem"
- Polêmicas no rastreamento mamário: quando e quais exames indicar?
- Qual o papel das novas tecnologias na propedêutica de imagem da mama
- Biópsias Mamárias: há espaço para indicação de PAAF?
CONFERÊNCIA Mastologia: "Câncer de Mama e Gestação"
MESA REDONDA Mastologia:
- Terapia hormonal e contraceptivos orais x câncer de mama: onde estamos?
- Novas estratégias no manejo dos sintomas climatéricos da paciente com câncer de mama
- Estratégias de preservação de fertilidade em paciente jovem com câncer de mama
- Simpósio Satélite GENCELL: "Mammaprint"
 Sala 03 (Arvoredo) - OBSTETRÍCIA
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MESA REDONDA 3: "Indução de parto"
- Quando induzir o trabalho de parto em situações de risco habitual?
- Indução em situações especiais: cesariana prévia, gemelar e restrição de crescimento
- Protocolos de indução do trabalho de parto
MESA REDONDA 7: "Gestação em situações especiais"
- Resultante de fertilização assistida
- Lesões intraepiteliais de alto grau e pós-conização
- Após cirurgia bariátrica
MESA REDONDA 10: "Puerpério patológico" Presidente de Mesa:
- Manejo das lacerações e hematomas perineais
- Blues/ depressão/ psicose
- Como conduzir a hipertensão no puerpério
CONFERÊNCIA 2: "Osteoporose"
MESA REDONDA 13: "Atenção ao parto"
- Partograma: Friedman/ OMS x Zang
- Condução do trabalho de parto: quando e como intervir
- Período expulsivo: duração normal e manejo (pushing?)
 Sala 04 (Arvoredo) - MASTOLOGIA 
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Apresentação de temas  livres
 
 Sala 05 (Joaquina) - OBSTETRÍCIA
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MESA REDONDA 4: "Pré-natal"
- Rotina laboratorial baseada em evidências
- Trombofilia: vale a pena rastrear e/ou tratar se teve mal passado obstétrico?
MESA REDONDA 8: "Medicina fetal"
- USG morfológico, doppler e ecocardiografia fetal: quando é necessário?
- USG 3D/4D e ressonância: papel na obstetrícia atual
- NIPT test: indicações e interpretação
MESA REDONDA 11: "Gestação múltipla"
- Manejo das complicações na gestação Monocoriônica
- Óbito de um dos fetos e fetos discordantes
- Quando e como interromper
CONFERÊNCIA 4: "Pré-eclâmpsia: critérios de diagnósticos e de gravidade e abordagem"
MESA REDONDA 14: "Pré-eclâmpsia"
- Rastreio e prevenção
- Precoce e tardia: diferenças na fisiopatologia e abordagem
- HELLP: diagnóstico diferencial e conduta 

 - Dia 01/06/2018 

 Sala 01 (Sambaqui) - GINECOLOGIA
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MESA REDONDA 15: "Hiperandrogenismo feminino, como tratar?"
- Alopécia
- Hirsutismo
- Obesidade
MESA REDONDA 19: "Manejo de grandes miomas uterinos: quais tratar?"
- Por ressecção histeroscópica
- Por ressecção laparoscópica x laparotômicas
- Por embolização
- Simpósio Satélite: Debate informal Fecondare/MSD - Aspectos importantes para o ginecologista atentar na prevenção da infertilidade
MESA REDONDA 23: "Dor pélvica"
- Qual a melhor propedêutica?
- Tratamento medicamentoso e alternativo
- Varizes pélvicas: quando e como tratar
CONFERÊNCIA 5: "Marketing médico: o que devo fazer para melhorar minha imagem?"
MESA REDONDA 27: "Infertilidade"
- Protocolo básico de investigação
- Protocolos de tratamento
- Preservação da fertilidade
CONFERÊNCIA MAGNA: "Uso da mídia social no relacionamento médico-paciente"
 Sala 02 (Arvoredo) - GINECOLOGIA
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MESA REDONDA 16: "Sangramento uterino anormal"
- Manejo clínico
- Manejo cirúrgico
- Ablação endometrial
MESA REDONDA 20: "Infanto-puberal"
- Puberdade precoce: diagnóstico e tratamento
- Uso dos LARCS na adolescência: visão atual
- Atendimento da criança e adolescente com infecção por clamídia e gonococo
MESA REDONDA 24: "Sexualidade"
- Transtornos do orgasmo feminino
- Os casais tem fome de quê?
- Tratamento do desejo sexual hipoativo na menacme 
CONFERÊNCIA 6: "Endometriose"
MESA REDONDA 28: "Histerectomia"
- Salpingectomia e ooforectomia de oportunidade?
- Total x subtotal
- Robótica x laparoscópica
 Sala 03 (Arvoredo) - OBSTETRÍCIA
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MESA REDONDA 17: "Bolsa rota"
- Conduta no segundo trimestre
- Manejo da bolsa rota pré-termo
- Novos critérios diagnósticos de corioamnionite
MESA REDONDA 21: "Prematuridade: manejo baseado em evidências"
- Marcadores e preditores da prematuridade e prevenção
- Tocólise: como otimizar resultados
- Parto do prematuro: via de parto e cuidados no trabalho de parto e no parto
MESA REDONDA 25: "Emergências obstétricas"
- Diagnóstico e manejo da sepse materna
- Manejo clínico e cirúrgico do sangramento puerperal
- O que, quando e como transfundir
CONFERÊNCIA 7: "Preparando o prematuro para o nascimento"
MESA REDONDA 29: "Crescimento intrauterino restrito"
- Diagnóstico e manejo do CIUR precoce
- Diagnóstico e manejo do CIUR tardio
- Repercussões para o recém-nascido
 Sala 04 (Arvoredo) - MASTOLOGIA
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MESA REDONDA Mastologia: "Novas perspectivas em radioterapia"
- Hipofracionamento - Novo padrão de radioterapia em axila positiva ou negativa?
- Radioterapia Parcial: qual nível de evidência?
- Radioterapia pós mastectomia: quando não indicar?
MESA REDONDA: "Novas perspectivas no tratamento sistêmico do câncer de mama"
- Quando indicar tratamento neoadjuvante?
- Hormonioterapia pré menopausa: o que devemos saber?
- Quem deve receber hormonioterapia por 10 anos ou mais?
- Simpósio Satélite LIBBS: "Conceito de biossimilares e Estudo Heritage”
MESA REDONDA: "Patologia em Câncer de Mama"
- Atualizações no TNM: aplicações na prática clínica
- Interpretação dos índices prognósticos anátomo-patológicos no tratamento do câncer de mama
- Correlação anátomo-patológica com exames de imagem
CONFERÊNCIA: "Tratamento do câncer de mama HER positivo: o que mudou?"
MESA REDONDA: "Tratamento Cirúrgico da Mama"
- Mastectomia preservadora de CAP: quando não indicar?
- Cirurgia conservadora da mama pós quimioterapia neoadjuvante: qual melhor estratégia de marcação? Como definir extensão da ressecção?
- Qual papel da RNM pré operatória?
 Sala 05 (Joaquina) - OBSTETRÍCIA 
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MESA REDONDA 18: "Infecções congênitas"
- Herpes: vale a pena usar terapia supressiva?
- Hepatites virais: atualidades no manejo na gestação
- O que mudou no tratamento do HIV na gestação
MESA REDONDA 22: "Mortalidade materna e fetal"
- Situação no Brasil e conceitos de near miss
- Medidas para diminuir as taxas de óbito materno
- Protocolo de investigação do óbito fetal
MESA REDONDA 26: "Diagnóstico e manejo clínico de patologias associadas a gravidez"
- Disfunções tireoideanas: abordagem de pacientes assintomáticas com alterações laboratoriais
- Obesidade: manejo no pré-natal e no parto
- Doenças hepáticas específicas da gravidez
CONFERÊNCIA 8: "Ressurgimento da sífilis no Brasil: uma realidade?"
MESA REDONDA 30: "Doenças maternas"
- Doenças de pele específicas da gestação
- Tromboprofilaxia no pré-natal e puerpério: quando e como
- Lúpus e SAF

- Dia 02/06/2018

 Sala 01 (Sambaqui) - GINECOLOGIA
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MESA REDONDA 31: "Videolaparoscopia"
- Novas técnicas na abordagem do endometrioma
- Na urgência ginecológica
- Nos casos oncológicos
MESA REDONDA 35: "Endometriose"
- Como investigar a paciente com suspeita da doença?
- Conduta no endometrioma em paciente assintomática
- Conduta na adenomiose nas inférteis
 Sala 02 (Arvoredo) - GINECOLOGIA
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MESA REDONDA 32: "Estética e rejuvenescimento genital"
- Alta frequência
- Laser
- Cirurgia
MESA REDONDA 36: "PTGI"
- Tratamento imunológico das NIV
- Conduta na infecção HPV recorrente
- O que muda com a vacina nonavalente contra o HPV?
 Sala 03 (Arvoredo) - OBSTETRÍCIA
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MESA REDONDA 33: "Aborto"
- Critérios ultrassonográficos de gestação anembrionada e de óbito embrionário
- Progestâgenos na ameaça de aborto e no abortamento de repetição
- Circlagem: indicações e resultados
MESA REDONDA 37: "Monitorização fetal intraparto"
- Quando e como?
- Oligoâmnio e líquido meconial influenciam o resultado perinatal?
- Paralisia cerebral de causa intraparto
 Sala 04 (Arvoredo) - MASTOLOGIA
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MESA REDONDA
- Linfonodo sentinela positivo: quando esvaziar?
- Manejo da axila pós quimioterapia neoadjuvante
- Adenectomias (incluindo mama contra-latreal) redutoras de risco: quando indicar?
MESA REDONDA: "Oncoplástica"
- Lipofilling
- Uso de matriz e similares
- Reconstrução pós-radioterapia
 Sala 05 (Joaquina) - OBSTETRÍCIA
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MESA REDONDA 34: "Diabetes e gestação"
- Rastreio e critérios diagnósticos de DMG
- Manejo do controle glicêmico no pré-natal e no parto
- Critérios para determinar a interrupção da gestação
MESA REDONDA 38: "Cesariana"
- Quais são os índices aceitáveis? Estratégias para redução
- Práticas de humanização durante a cesariana
- Cesáreas a pedido nas instituições públicas? Como conduzir?

Secretaria de Ações e Diversidades da UFSC: Carta a Sociedade Catarinense de Ginecologia e Obstetrícia

Em evento em homenagem ao dia internacional da visibilidade lésbica, realizado pela Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades da Universidade Federal de Santa Catarina, ocorrido em 29/08/2017 com a presença de 158 participantes, foi elaborada a presente carta, que, aprovada entre as pessoas presentes, endereçamos à Sociedade Catarinense de Ginecologia e Obstetrícia - SOGISC.

Leia a carta, acesse aqui

Nota de Repúdio à agressão sofrida pelo Ginecologista e Obstetra de Ribeirão Preto

A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, FEBRASGO, condena e repudia a agressão sofrida recentemente por um médico da cidade de Ribeirão Preto.

A violência, que inclusive causou a fratura de ossos da face no profissional de medicina, foi praticada por um indivíduo que já havia, em outra ocasião, agredido outra médica. Atrocidades como esta, jamais, e por motivo algum, se justificam. No caso específico, nos causa ainda muito mais indignação pela conduta médica correta do ginecologista e obstetra agredido e pela tradição de bons serviços presados à população daquela região e seriedade da instituição onde presta serviço, a Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto. Atitude completamente estapafúrdia, descabida e sem nenhuma razão que pudesse motivá-la. Simplesmente perpetrada por indivíduo tresloucado, sem autocontrole algum e com comportamento animalesco.

A FEBRASGO entende que está mais do que na hora de as autoridades da Saúde e da Segurança Pública tomarem medidas consistentes para acabar com esse tipo de truculência, que já se tornou recorrente em hospitais e unidades de assistência aos cidadãos.

A crise na rede pública, consequência em boa parte do financiamento insuficiente e da incompetência na gestão, é outra questão a ser encarada com seriedade pelas diversas instâncias de governo, pois favorecem a deterioração da relação médico-paciente. Na linha de frente do atendimento, muitas vezes o profissional de medicina é equivocadamente responsabilizado pelas mazelas inerentes ao sistema.

O episódio de Ribeirão Preto não é fato isolado. Repete-se com frequência pelo Brasil afora, com maior ou menor escala de agressividade.

A FEBRASGO entende também que é essencial uma firme reação do conjunto das entidades médicas, em especial daquelas que responsáveis por fiscalizar as condições oferecidas ao exercício da medicina, no sentido de deflagrar imediatamente iniciativas preventivas para a segurança dos médicos de todo Brasil.

César Eduardo Fernandes
Presidente da Febrasgo

 

VEJA A NOTA OFICIAL DA FEBRASGO SOBRE A DECLARAÇÃO